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sábado, 4 de outubro de 2008


O Direito das Crianças
Ruth Rocha

Toda criança o mundo
Deve ser bem protegida
Contra os rigores do tempo
Contra os rigores da vida.
Criança tem que ter nome
Criança tem que ter lar
Ter saúde e não ter fome
Ter segurança e estudar.
Não é questão de querer
Nem questão de concordar
Os diretos das crianças
Todos tem de respeitar.
Tem direito à atenção
Direito de não ter medos
Direito a livros e a pão
Direito de ter brinquedos.
Mas criança também tem
O direito de sorrir.
Correr na beira do mar,
Ter lápis de colorir...
Ver uma estrela cadente,
Filme que tenha robô,
Ganhar um lindo presente,
Ouvir histórias do avô.
Descer do escorregador,
Fazer bolha de sabão,
Sorvete, se faz calor,
Brincar de adivinhação.
Morango com chantilly,
Ver mágico de cartola,
O canto do bem-te-vi,
Bola, bola,bola, bola!
Lamber fundo da panela
Ser tratada com afeição
Ser alegre e tagarela
Poder também dizer não!
Carrinho, jogos, bonecas,
Montar um jogo de armar,
Amarelinha, petecas,
E uma corda de pular.
Um passeio de canoa,
Pão lambuzado de mel,
Ficar um pouquinho à toa...
Contar estrelas no céu...
Ficar lendo revistinha,
Um amigo inteligente,
Pipa na ponta da linha,
Um bom dum cahorro-quente.
Festejar o aniversário,
Com bala, bolo e balão!
Brincar com muitos amigos,
Dar pulos no colchão.
Livros com muita figura,
Fazer viagem de trem,
Um pouquinho de aventura...
Alguém para querer bem...
Festinha de São João,
Com fogueira e com bombinha,
Pé-de-moleque e rojão,
Com quadrilha e bandeirinha.
Andar debaixo da chuva,
Ouvir música e dançar.
Ver carreiro de saúva,
Sentir o cheiro do mar.
Pisar descalça no barro,
Comer frutas no pomar,
Ver casa de joão-de-barro,
Noite de muito luar.
Ter tempo pra fazer nada,
Ter quem penteie os cabelos,
Ficar um tempo calada...
Falar pelos cotovelos.
E quando a noite chegar,
Um bom banho, bem quentinho,
Sensação de bem-estar...
De preferência um colinho.
Embora eu não seja rei,
Decreto, neste país,
Que toda, toda criança
Tem direito de ser feliz!

E quando a noite chegar,
Um bom banho, bem quentinho,
Sensação de bem-estar...
De preferência um colinho.
Uma caminha macia,
Uma canção de ninar,
Uma história bem bonita,
Então, dormir e sonhar...
Embora eu não seja rei,
Decreto, neste país,
Que toda, toda criança
Tem direito a ser feliz!

Vamos fazer um mosaico?

Que tal usar papel colorido para fazer um mosaico? É só fazer o desenho, passar cola nele e colar pedacinhos de papel colorido. Você estará realizando uma atividade que, com vários materiais diferentes, nasceu na Antiguidade e tornou-se uma arte muito apreciada ao longo do tempo.



1) Escolha algumas folhas de papel e rasgue-as em pedaços pequenos. Não se preocupe em deixar tudo igual. A beleza de um mosaico está justamente na diversidade de tamanhos e cores. Faça uma pilha de cada cor.
2) Agora, pegue uma folha de cartolina branca. Você vai fazer primeiro um esboço do seu mosaico. Passe cola numa parte do desenho e comece a colar os pedaços de papel colorido que você picou.
3) Passe cola na outra parte e repita o procedimento, encaixando os pedaços de papel colorido lado a lado. Você pode criar um desenho abstrato geométrico, como o piso de uma catedral, ou uma imagem decorativa.



quarta-feira, 3 de setembro de 2008

terça-feira, 2 de setembro de 2008

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Nossa Bandeira

Canção do exílio
Gonçalves Dias


Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.

Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar –sozinho, à noite–
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que disfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

De Primeiros cantos (1847)

sábado, 9 de agosto de 2008

História do Planetário

Origem: Wikipédia.

O Planetário Professor José Baptista Pereira, também conhecido como Planetário da UFRGS, é um planetário da cidade de Porto Alegre, pertencente à Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É um órgão de complementação de ensino e divulgação da Astronomia. Está localizado na esquina da Avenida Ipiranga com a Rua Ramiro Barcelos, num dos campi da UFRGS.
A origem do planetário da UFRGS se deve à doação, nos anos 70, de um projetor Spacemaster pelo Ministério da Educação e Cultura, e para sua instalação foi realizado um convênio entre a universidade e a Prefeitura Municipal. A construção do edifício coube à prefeitura, iniciada em 1971 com projeto de Fernando Gonzales e colaboração de Walter Bered, e sua adminsitração ficou a cargo da universidade. Em 20 de outubro de 1972, já concluído mas não inaugurado, o prédio foi visitado pelos astronautas norteamericanos James Lovell e Donald Slayton.
Foi aberto ao público em novembro de 1972, no encerramento da XIII Semana de Porto Alegre. Suas instalações incluem um entorno com espelho d'água, relógio de sol e uma rosa dos ventos. A cúpula tem 12 m de diâmetro, e seu aparelho possibilita a projeção do sistema solar e de oito mil estrelas, com suas posições passadas, presentes e futuras. Além das projeções o planetário desenvolve um programa de atividades culturais paralelas que já atingiu mais de um milhão de pessoas.
Seu nome é uma homenagem ao professor de Engenharia José Baptista Pereira, que trabalhou pela Astronomia no Rio Grande do Sul.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Tabuada

Atendendo pedidos...
A tabuada para imprimir, colorir e ... estudar.